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Palavra de Deus para hoje – A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III (Trecho XIII)

Vamos agora examinar esta passagem: A ressurreição de Lázaro glorifica a Deus.

Que impressão vocês têm depois de ler essa passagem? … Nenhum milagre é mais impressionante do que trazer um morto de volta da sepultura. O fato de que o Senhor Jesus fez algo assim foi extremamente significativo naquela época. Como Deus havia Se tornado carne, as pessoas só podiam ver Sua aparência física, Seu lado prático e Seu lado insignificante. Mesmo que algumas pessoas vissem e entendessem um pouco do Seu caráter ou algumas forças que Ele parecia ter, ninguém sabia de onde vinha o Senhor Jesus, quem era realmente a Sua essência e o que mais Ele realmente poderia fazer. Tudo isso era desconhecido para a humanidade. Muitas pessoas queriam provas disso e conhecer a verdade. Poderia Deus fazer algo para provar a Sua Própria identidade? Para Deus, isso era muito fácil, facílimo. Ele podia fazer alguma coisa em qualquer lugar, a qualquer momento para provar a Sua identidade e a Sua essência, mas Deus fez as coisas com um plano, e em etapas. Ele não fez as coisas indiscriminadamente; Ele procurou o momento certo e a oportunidade certa para fazer algo mais significativo para a humanidade ver. Isso provou Sua autoridade e Sua identidade. Então, a ressurreição de Lázaro poderia provar a identidade do Senhor Jesus? Vejamos esta passagem das Escrituras: “E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu o que estivera morto…” Quando o Senhor Jesus fez isso, Ele disse apenas uma coisa: “Lázaro, vem para fora!” Lázaro então saiu do seu sepulcro — isso foi realizado por causa de uma única frase proferida pelo Senhor. Durante esse tempo, o Senhor Jesus não construiu um altar, nem realizou outras ações. Ele apenas disse uma só coisa. Isso seria chamado de milagre ou de ordem? Ou foi algum tipo de magia? Superficialmente, parece que poderia ser chamado de milagre, e se vocês considerarem de uma perspectiva moderna, é claro que ainda poderiam chamar de milagre. No entanto, decerto não se poderia chamar de feitiço chamar uma alma de volta dos mortos, e absolutamente não uma bruxaria. É correto dizer que esse milagre foi a mais normal e minúscula demonstração da autoridade do Criador. Essa é a autoridade e a capacidade de Deus. Deus tem autoridade para fazer uma pessoa morrer, e para que sua alma deixe o corpo e retorne ao Hades, ou para onde quer que deva ir. Quando alguém morre e para onde vai depois da morte — são coisas determinadas por Deus. Ele pode fazer isso a qualquer hora e em qualquer lugar. Ele não é limitado pelos humanos, por eventos, objetos, pelo espaço ou lugar. Se Ele quer fazer isso, poderá fazê-lo, pois todas as coisas e seres vivos estão sob o Seu governo, e todas as coisas vivem e morrem pela Sua palavra, Sua autoridade. Ele pode ressuscitar um morto — isso também é algo que Ele pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar. Essa é a autoridade que somente o Criador possui.

Quando o Senhor Jesus fez algo como trazer Lázaro de volta dos mortos, Seu objetivo era dar provas para que os humanos e Satanás vissem, fazer com que os humanos e Satanás soubessem que tudo da humanidade, a vida e a morte da humanidade são determinadas por Deus, e que, embora Ele tenha Se tornado carne, permanecia como sempre no comando do mundo físico que pode ser visto, tanto quanto no mundo espiritual que os seres humanos não podem ver. Isso foi feito para permitir que os humanos e Satanás soubessem que tudo da humanidade não está sob o comando de Satanás. Foi uma revelação e uma demonstração da autoridade de Deus, e também foi uma maneira de Deus enviar uma mensagem para todas as coisas de que a vida e a morte da humanidade estão nas mãos de Deus. A ressurreição de Lázaro realizada pelo Senhor Jesus — esse tipo de ação foi uma das formas para o Criador ensinar e instruir a humanidade. Foi uma ação concreta em que Ele usou Sua habilidade e autoridade para instruir a humanidade e prover os humanos. Foi um caminho sem palavras para o Criador permitir que a humanidade visse a verdade de que Ele está no comando de todas as coisas. Foi uma maneira com que Ele disse à humanidade, através de ações práticas, que não há salvação senão através Dele. Esse tipo de meio silencioso de instruir a humanidade dura para sempre — é indelével e trouxe ao coração humano um choque e uma iluminação que jamais poderão desaparecer. A ressurreição de Lázaro glorificou a Deus — isso tem um impacto profundo sobre cada um dos seguidores de Deus. Ela fixa firmemente, em cada pessoa que entende profundamente esse evento a compreensão, a visão de que somente Deus pode comandar a vida e a morte da humanidade. Embora Deus tenha esse tipo de autoridade e embora tenha enviado uma mensagem acerca da Sua soberania sobre a vida e a morte da humanidade através da ressurreição de Lázaro, essa não foi Sua obra principal. Deus nunca faz nada sem significado. Cada uma das coisas que Ele faz tem grande valor; é um tesouro clássico. De modo algum Ele faria de uma pessoa sair do seu túmulo o principal ou único objetivo ou elemento da Sua obra. Deus não faz nada que não tenha significado. Uma ressurreição de Lázaro é adequada para demonstrar a autoridade de Deus. É adequada para provar a identidade do Senhor Jesus. É por isso que o Senhor Jesus não repetiu esse tipo de milagre. Deus faz as coisas de acordo com os Seus próprios princípios. Na linguagem humana, diríamos que Deus está atento ao trabalho sério. Isto é, quando Deus faz as coisas, Ele não Se desvia do propósito da Sua obra. Ele sabe qual obra Ele quer realizar nesse estágio, o que Ele quer conseguir, e irá trabalhar estritamente de acordo com o Seu plano. Se uma pessoa corrupta tivesse essa capacidade, pensaria apenas em maneiras de revelar essa capacidade para que os outros soubessem como ele era temível, para que se curvassem diante dele, para que ele pudesse controlá-los e devorá-los. Esse é o mal que vem de Satanás — é o que se chama de corrupção. Deus não tem esse caráter, e não tem tal essência. Seu propósito ao fazer as coisas não é exibir-Se, mas sim fornecer à humanidade mais revelação e orientação; assim, as pessoas veem poucos exemplos na Bíblia desse tipo de coisa. Isso não significa que as habilidades do Senhor Jesus eram limitadas, ou que Ele não pudesse fazer esse tipo de coisa. Ocorre simplesmente que Deus não queria fazer isso, porque a ressurreição de Lázaro pelo Senhor Jesus teve um significado muito prático, e também porque a principal obra de Deus ao Se tornar carne não era realizar milagres, não era trazer os mortos de volta à vida, mas sim a obra de redenção para a humanidade. Assim, grande parte da obra que o Senhor Jesus realizou foi ensinar as pessoas, prover suas necessidades e ajudá-las, e coisas como a ressurreição de Lázaro eram apenas pequenas partes do ministério que o Senhor Jesus realizou. Mais ainda, vocês poderiam dizer que “exibir-se” não faz parte da essência de Deus, então não mostrar mais milagres não foi um comedimento intencional, nem foi devido a limitações do ambiente, e decerto não foi falta de capacidade.

Quando o Senhor Jesus trouxe Lázaro de volta dos mortos, Ele disse apenas uma frase: “Lázaro, vem para fora!” Ele não disse mais nada além disso — o que essas palavras representam? Elas representam que Deus pode realizar qualquer coisa através da fala, incluindo ressuscitar um morto. Quando Deus criou todas as coisas, quando Ele criou o mundo, Ele o fez com palavras. Ele usou comandos verbais, palavras com autoridade, e assim todas as coisas foram criadas. Foi realizado dessa maneira. Essa única frase falada pelo Senhor Jesus foi exatamente como as palavras ditas por Deus quando Ele criou os céus e a terra e todas as coisas; a frase também continha a autoridade de Deus, a capacidade do Criador. Todas as coisas foram formadas e ficaram firmes devido às palavras saídas da boca de Deus, e da mesma forma, Lázaro saiu do túmulo devido às palavras saídas da boca do Senhor Jesus. Essa era a autoridade de Deus, demonstrada e realizada na Sua carne encarnada. Esse tipo de autoridade e capacidade pertencia ao Criador, e ao Filho do homem em quem o Criador Se realizou. É esse o entendimento ensinado à humanidade por Deus ao trazer Lázaro de volta à vida.

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